Joyce Manor

1º álbum lançado em 2011

Joyce Manor surgiu em 2008 em Torrance, na Califórnia, no meio da cena punk local, quando os amigos Barry Johnson e Chase Knobbe decidiram formar uma banda durante uma tarde no estacionamento da Disneylândia. Com canções deliberadamente curtas e intensas, o grupo rapidamente ganhou notoriedade entre cenas punk e emo por suas letras diretas e melodias cativantes, conquistando fãs através de boca‑a‑boca e redes sociais.

Ao longo da década seguinte, Joyce Manor manteve uma trajetória de crescimento contínuo, assinando com o selo Epitaph Records e lançando uma série de álbuns influentes que ajudaram a revitalizar o pop punk e o emo moderno. Com uma discografia que combina momentos de nostalgia e evolução sonora, a banda consolidou uma base fiel de fãs e um legado duradouro no cenário alternativo contemporâneo.

Por onde eu começo?

Quer começar a ouvir Joyce Manor? Temos um bom caminho para você conhecer os álbuns de mais destaque da banda:

Joyce Manor - Joyce Manor
Emo

Joyce Manor – Joyce Manor

Estreia crua e explosiva que traduziu ansiedade juvenil em punk direto, curto e confessional, definindo o DNA da banda.

Joyce Manor - 40 oz. to Fresno
Emo

Joyce Manor – 40 oz. to Fresno

Retorno cru e veloz às raízes punk, curto e agressivo, equilibrando maturidade lírica com a urgência visceral do início da carreira.

Mas lembre-se: escutar a discografia inteira é a melhor maneira de conhecer o trabalho da banda. Sempre.

Ranking de álbuns

Histórico de notas da discografia, feita sobre a média das notas disponíveis pela internet – entre público e críticos.

Discografia em fases

Juventude Abrasiva (2011–2012)

A estreia da banda acontece de forma crua, urgente e quase sem filtros, refletindo um espírito DIY profundamente enraizado no punk californiano. As composições são curtas, emocionais e diretas, com letras que soam como confissões gritadas entre amigos. Essa era captura a sensação de crescimento caótico, insegurança e frustração juvenil, estabelecendo a identidade intensa e minimalista do grupo.

Joyce Manor - Joyce Manor
Emo

Joyce Manor – Joyce Manor

Estreia crua e explosiva que traduziu ansiedade juvenil em punk direto, curto e confessional, definindo o DNA da banda.

Catarse Melódica (2014–2016)

Nesta fase, o Joyce Manor encontra um equilíbrio mais refinado entre agressividade e melodia, sem perder a urgência emocional. A produção se torna mais limpa, os refrães mais marcantes e as músicas mais estruturadas. Há um amadurecimento na escrita, com ansiedade e relações pessoais tratadas de forma mais consciente e acessível.

Joyce Manor - Cody
Emo

Joyce Manor – Cody

Transição decisiva do Joyce Manor: produção limpa, refrões mais claros e emoção controlada, marcando o amadurecimento da banda sem romper com o punk.

Ansiedade Adulta (2018–2022)

O som se expande para além do punk estrito, incorporando influências do indie e alternative dos anos 90. As canções respiram mais e exploram dinâmicas e texturas, refletindo um período de introspecção e deslocamento emocional. A banda encara o peso da vida adulta com menos explosão e mais contemplação.

Joyce Manor - 40 oz. to Fresno
Emo

Joyce Manor – 40 oz. to Fresno

Retorno cru e veloz às raízes punk, curto e agressivo, equilibrando maturidade lírica com a urgência visceral do início da carreira.

Ressaca Existencial (2026–presente)

Esta era aponta para um Joyce Manor mais sóbrio e autoconsciente, escrevendo a partir da exaustão emocional e da aceitação das próprias contradições. O foco deixa de ser a urgência juvenil e passa para a observação dos próprios limites, com uma melancolia contida e madura. É a banda olhando para trás sem nostalgia fácil.

Ao vivo

A banda não tem registros oficiais de performances ao vivo.

Projetos paralelos

Outras bandas envolvendo os integrantes do Joyce Manor.

Fever Kids

Em 2000s, o vocalista e guitarrista Barry Johnson e o baixista Matt Ebert tocaram neste grupo post‑hardcore/folk‑punk antes de fundar Joyce Manor. (Som mais cru e agressivo)

Koalacaust

Projeto de antigos colaboradores e amigos de Barry Johnson e Matt Ebert com influência folk‑punk, ligado ao início da cena em que Joyce Manor emergiu. (Mais folk‑punk tradicional)