
Buzzcocks – Another Music in a Different Kitchen
Estreia punk veloz e crua que introduz vulnerabilidade emocional ao gênero e redefine os limites entre agressividade e melodia.

Os Buzzcocks são uma banda inglesa de punk rock formada em Bolton, Inglaterra, em 1976 pelos vocalistas e compositores Pete Shelley e Howard Devoto. Eles tornaram‑se uma das forças pioneiras na cena punk britânica ao misturar a energia rabugenta do punk com melodias pop cativantes, o que influenciou diretamente os movimentos pop punk e power pop que vieram depois.
Após a saída precoce de Devoto para formar Magazine, Shelley assumiu os vocais e a banda consolidou sua formação clássica, gravando álbuns essenciais e singles marcantes como “Ever Fallen in Love (With Someone You Shouldn’t’ve)” antes de uma pausa em 1981. Reunidos em 1989, os Buzzcocks continuaram lançando álbuns e tocando ao vivo até a morte de Shelley em 2018; o grupo permanece ativo sob a liderança de Steve Diggle.
Quer começar a ouvir Buzzcocks? Temos um bom caminho para você conhecer os álbuns de mais destaque da banda:

Estreia punk veloz e crua que introduz vulnerabilidade emocional ao gênero e redefine os limites entre agressividade e melodia.

Punk transformado em pop direto e emocional, com refrões imediatos e letras confessionais que se tornaram referência.

Ponto alto da fase tardia: produção afiada, crítica social sutil e melodias fortes que conectam passado e presente com frescor.
Mas lembre-se: escutar a discografia inteira é a melhor maneira de conhecer o trabalho da banda. Sempre.
Histórico de notas da discografia, feita sobre a média das notas disponíveis pela internet – entre público e críticos.
Nesta fase inaugural, a banda redefine o punk britânico ao substituir o niilismo político dominante por canções sobre desejo, frustração e vulnerabilidade emocional. O som é urgente, direto e altamente melódico, equilibrando guitarras cortantes com refrões imediatos. Trata-se de um período de criatividade intensa e identidade bem definida, no qual o grupo estabelece as bases do punk pop moderno.

Estreia punk veloz e crua que introduz vulnerabilidade emocional ao gênero e redefine os limites entre agressividade e melodia.

Punk transformado em pop direto e emocional, com refrões imediatos e letras confessionais que se tornaram referência.

Punk tenso e introspectivo que abandona o romantismo inicial para explorar paranoia e transição estética.
Após mais de uma década de silêncio, a banda retorna com uma abordagem mais madura, sem abandonar a essência melódica que a consagrou. As composições refletem experiência e autocrítica, enquanto a sonoridade se torna mais limpa e estruturada. Essa era demonstra resiliência artística e a recusa em viver apenas da nostalgia, reafirmando o grupo como uma força criativa contínua.

Coletânea definitiva que sintetiza a força criativa e a influência duradoura do Buzzcocks no punk melódico.

Retorno maduro que reafirma a identidade dos Buzzcocks, trocando urgência juvenil por melodia, controle e honestidade na fase pós-reunião.

A banda refina seu próprio legado, equilibrando punk melódico e reflexão, mostrando que envelhecer no gênero pode significar evolução.

Disco direto e cru que resgata a energia punk sem nostalgia, reafirmando identidade e eficiência décadas após o auge.

Ponto alto da fase tardia: produção afiada, crítica social sutil e melodias fortes que conectam passado e presente com frescor.
Marcada por mudanças profundas na formação e pela ausência definitiva de Pete Shelley, esta fase transforma continuidade em afirmação de identidade. Sob liderança criativa de Steve Diggle, a banda mantém o espírito energético e melódico enquanto assume um tom mais reflexivo. O período confirma o Buzzcocks como uma entidade viva, capaz de evoluir sem renegar seu passado.

Reafirmação madura do pop-punk dos Buzzcocks, equilibrando urgência melódica e experiência, no último registro com Pete Shelley.

Primeiro álbum sem Pete Shelley, apostando em energia direta e atitude punk para manter o espírito da banda em nova fase.

Punk rock direto e melódico, sem nostalgia excessiva: os Buzzcocks apostam em energia, sarcasmo e simplicidade bem executada.
Registros oficiais de performances ao vivo da banda.

Arquivo essencial que revela a transição do punk cru para o pós-punk melódico, consolidando o Buzzcocks como elo histórico decisivo.

Registro cru e histórico do Buzzcocks no epicentro do punk de 1977, capturando urgência juvenil e nascimento de um som influente.

Retorno energético que prova a relevância do Buzzcocks nos anos 90, conectando o punk clássico ao alternativo contemporâneo.

Registro sólido de palco que reafirma a força do repertório e a conexão duradoura do Buzzcocks com o público europeu.

Celebração ao vivo dos clássicos, com energia direta e comunhão intensa entre banda e público francês.

Coletânea que destaca o lado melódico e emocional do Buzzcocks, antecipando o pop punk e o indie das décadas seguintes.

Canções curtas e intensas que evidenciam a habilidade do Buzzcocks em unir urgência punk e sensibilidade pop.

Álbum comemorativo que evita nostalgia fácil e mostra um Buzzcocks maduro, ainda afiado e criativamente relevante.
Outras bandas envolvendo os integrantes do Buzzcocks.
Magazine
Em 1977, o vocalista e compositor Howard Devoto (vocalista original dos Buzzcocks) formou Magazine, um dos primeiros grupos pós‑punk com som mais introspectivo e angular
ShelleyDevoto
Em 2001, o vocalista/guitarrista Pete Shelley e Howard Devoto colaboraram no projeto ShelleyDevoto, resultando em um álbum que mistura punk e art pop em experimentações sonoras.
Flag of Convenience
Em 1982, o guitarrista Steve Diggle (guitarrista/vocalista dos Buzzcocks) formou Flag of Convenience, uma banda com tendências mais alternativas e indie rock do que o som punk direto de sua banda original.