
Firewind – Days of Defiance
Rebeldia e virtuosismo se fundem num power metal cru e urgente — o Firewind em seu momento mais feroz e desafiador.

Nota média
de sites de crítica

Rebeldia e virtuosismo se fundem num power metal cru e urgente — o Firewind em seu momento mais feroz e desafiador.

Retorno consciente ao metal sinfônico direto, equilibrando peso, coros épicos e acessibilidade após o experimento operístico em um início de trilogia.

Em Rebirth, o Angra renasceu sob o comando de Edu Falaschi, entregando um power metal vibrante, emotivo e técnico que reacendeu a força da banda no novo milênio.

Aerosmith ao vivo em Berlim (jan/2015): setlist dos clássicos com performance visceral e energia contagiante num show emblemático.

Burning Bridges é um adeus não tão grandioso do Bon Jovi à gravadora Mercury, com faixas que mesclam o rock clássico da banda com uma nostalgia leve, mas sem o frescor de antes.

Um disco ousado e dividido entre vulnerabilidade e rebeldia, misturando baladas confessionais com explosões pop e batidas modernas.