
Volumes – Mirror Touch
Metalcore técnico com melodias acessíveis, Mirror Touch mistura agressividade e brilho pop em um disco que expande o universo do Volumes.

Nota média
de sites de crítica

Metalcore técnico com melodias acessíveis, Mirror Touch mistura agressividade e brilho pop em um disco que expande o universo do Volumes.
Nasce o palhaço sombrio e o metal teatral: “Black Waltz” transforma a fúria em espetáculo visual e sonoro.

Um álbum pesado, mas previsível, com bons momentos, porém falha em entregar a profundidade e inovação dos álbuns anteriores.

Riffs implacáveis, atmosferas sombrias e desespero lírico: o 13º álbum da banda traz brutalidade refinada com carga emocional extrema.

Álbum solo íntimo e minimalista, onde Tom Smith troca a grandiosidade da Editors por violões, emoções cruas e um brilho melancólico e esperançoso.

Som e silêncio se entrelaçam em um universo etéreo e contemplativo: o auge da colaboração entre Brian Eno e Beatie Wolfe.