
Angra – Fireworks
Mais direto e radiofônico, Fireworks trouxe riffs afiados e melodias acessíveis, encerrando com técnica e brilho a era da formação clássica do Angra.

Nota média
de sites de crítica

Mais direto e radiofônico, Fireworks trouxe riffs afiados e melodias acessíveis, encerrando com técnica e brilho a era da formação clássica do Angra.

Virtuosismo, drama e velocidade se encontram em Angels Cry, o disco de estréia que catapultou o Angra como referência mundial no power metal clássico e teatral.

Em Rebirth, o Angra renasceu sob o comando de Edu Falaschi, entregando um power metal vibrante, emotivo e técnico que reacendeu a força da banda no novo milênio.

AOR maduro, melódico e elegante, com foco na voz de Terry Brock e arranjos mais contidos, revelando a fase introspectiva da Strangeways.

Sambas experimentais e clássicos reinventados em um show ao vivo que celebra a fase mais ousada e urbana de Caetano Veloso.

Journey aposta em guitarras pesadas e menos baladas em Eclipse, criando um álbum visceral e direto, com Arnel Pineda firme nos vocais.