The Smashing Pumpkins - Machina/The Machines of God

Machina/The Machines of God

5º álbum de estúdio​

Era

Ascensão Épica (1995–2000)

7,5

Nota média
de sites de crítica

Heróis de metal conceitual

Machina é o último grande rugido da era clássica dos Pumpkins. Corgan veste seu alter ego “Glass” e conduz uma narrativa quase messiânica sobre fama, fé e redenção, emoldurada por riffs densos e arranjos industriais. É um disco grandioso, teatral e por vezes enigmático.

Mesmo com críticas divididas, Machina soa como o adeus de uma banda à própria mitologia — o momento em que o rock alternativo, cansado de ser humano, decide se tornar máquina.

Destaques

3 – Stand Inside Your Love
1 – The Everlasting Gaze
6 – Try, Try, Try

Menos ouvidas

14 – Blue Skies Bring Tears
12 – The Crying Tree of Mercury

Fatos interessantes

• Marca o retorno do baterista Jimmy Chamberlin, trazendo de volta a energia clássica da formação original.

• Inspirado em uma narrativa conceitual, Billy Corgan criou o alter ego “Glass”, líder da fictícia banda The Machines of God.

• O álbum deveria ser duplo, mas a gravadora obrigou a reduzir o projeto, o que fragmentou sua visão inicial.

• Apesar de boas críticas à produção e ao conceito, as vendas foram decepcionantes em comparação aos trabalhos anteriores.

• Hoje é reavaliado como um dos discos mais ousados e subestimados do Smashing Pumpkins.

Produção

Billy Corgan, Flood

Mudança de line

Mudança: Retorno de Jimmy Chamberlin; saída de D’arcy Wretzky, substituída por Melissa Auf der Maur na turnê.

Formação

Billy Corgan – vocais, guitarra, baixo, teclados
James Iha – guitarra, vocais de apoio
Jimmy Chamberlin – bateria

Mike Garson – piano e teclados (participação)

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