Sting - Symphonicities

Symphonicities

10º álbum de estúdio​

Era

Reinterpretação e Estilos (2006–2010)

7.0

Nota média
de sites de crítica

Clássicos de Sting em traje de gala

Este álbum é uma experiência curiosa: imagina os clássicos de Sting e The Police como grandes paisagens orquestrais dignas de trilha de filme épico — um “Symphonicities” que brinca com “Synchronicity” e reforça seu lado mais teatral. Releituras como “Roxanne” viram baladas latinas orquestradas, enquanto “Every Little Thing She Does Is Magic” recebe aquela batida celta cheia de sopros e cordas.

Outros pontos altos incluem “I Hung My Head”, que ganha ainda mais peso dramático na versão orquestral, e “We Work the Black Seam”, com sua fusão de rock robusto e fanfarra de metais. Em resumo, é um disco que transforma os hits e raridades de Sting em experiências orquestradas grandiosas — algumas soam naturais, outras pedem uma segunda audição, mas todas revelam a confiança de um artista que realmente acredita no próprio legado.

Destaques

2 – Englishman in New York – Symphonicities Version
6 – Roxanne
8 – The End of the Game

Menos ouvidas

11 – She’s Too Good for Me
10 – We Work the Black Seam

Fatos interessantes

• O título Symphonicities é um trocadilho com Synchronicity, álbum dos The Police.

• Todas as faixas foram reinterpretadas com arranjos orquestrais — sem músicas inéditas.

• Gravação realizada no icônico Abbey Road Studios, em Londres.

• Lançado pelo selo clássico Deutsche Grammophon, raro para artistas de rock/pop.

• Em seis meses, vendeu mais de 600 000 cópias; até novembro de 2010, ultrapassou 1 milhão.

• A turnê Symphonicity, que acompanhou o álbum, teve mais de 130 shows pelo mundo com a Royal Philharmonic Orchestra.

Produção

Sting, Rob Mathes

Mudança de line

Symphonicities apresenta Sting revisitanto material já existente com arranjos orquestrais, em vez de trazer membros novos da banda ou mudanças de instrumentalistas. A inovação está no formato e na abordagem, não nos músicos participantes.

Formação

Sting – voz, violão acústico (faixas 9 e 11), harmônica (faixa 4), rabble rousers (faixa 11)

Músicos adicionais (orquestras, arranjadores e instrumentalistas):
The New York Chamber Consort – orquestra (tracks 1, 2, 9, 11, 12)
The London Players – orquestra (tracks 3, 6)
The Royal Philharmonic Concert Orchestra – orquestra (tracks 4, 5, 7, 8)
Lisa Kim – concertino (1, 2, 9, 12)
Jackie Shave – concertino (3, 6)
Gerald Gregory – concertino (4, 7, 8)
Rob Mathes – arranjos (todas menos 4, 5, 7), regência (1–3, 6, 9, 10, 12), piano (1–3, 6, 12), violão acústico (3, 6, 11), rabble rousers (11)
Steven Mercurio – arranjos e regência (tracks 5 e 7); regência (4, 7, 8)
David Hartley – arranjos (track 4)
Jo Lawry – backing vocals (exceto faixa 10), duetos (faixas 5 e 12)
David Finck – contrabaixo (1–3, 6)
Ira Coleman – contrabaixo (4, 5, 7, 8, 11)
Dominic Miller – violão acústico (4, 5, 7, 8, 12), guitarra elétrica (11)
David Cossin – percussão (1–8)
Joe Bonadio – percussão (1, 2, 9–12 e Bronx Street Fair Mix)
Ben Wittman – programação em loop (9)
Aaron Heick – clarinete solo (2)
Anthony Pleeth – violoncelo solo (6)
Shelley Woodworth – oboé solo (12)
Barbara Allen – harpa (12)
Brass section da faixa 10 (“We Work the Black Seam”): Jeffrey Kievit (trompete principal), Jim Hynes, James Delagarza, Dylan Schwab (trompetes), Larry DiBello, Chad Yarborough, David Peel, Theo Primus (cors), Birch Johnson, Dick Clark (trombones), Jeff Nelson (trombone baixo), Marcus Rojas (tuba)
Chris Botti, Ed Cherner, Tracy Bufferd, Kathryn Schenker – rabble rousers (11)

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