
Tears for Fears – Everybody Loves a Happy Ending
Tears for Fears renasce com pop art cheio de cores, arranjos ousados e o reencontro de Orzabal e Smith em um disco maduro e otimista.

Nota média
de sites de crítica

Tears for Fears renasce com pop art cheio de cores, arranjos ousados e o reencontro de Orzabal e Smith em um disco maduro e otimista.

Savoy retorna com um álbum que combina indie rock e synth-pop, explorando temas introspectivos com arranjos sofisticados e emotivos.

Mardi Gras é um álbum turbulento (o último) do CCR, marcado por disputas internas e uma sonoridade fragmentada, sem o brilhantismo dos trabalhos anteriores.

Rush mandando um sonoro “não” à pressão comercial, com uma ópera espacial insana que virou hino para toda uma geração de nerds, roqueiros e rebeldes.

“Presence” é um álbum de Led Zeppelin com uma sonoridade arrastada, falhando em capturar a magia do passado, mas com momentos de brilho como “Achille’s Last Stand”.

Journey abandona parte do experimentalismo, aposta em faixas mais diretas e cria um álbum de transição rumo ao rock de arena.