
Katatonia – Brave Murder Day
Atmosfera hipnótica, riffs minimalistas e vocais contrastantes fazem deste álbum um marco na transição do death-doom para o gothic metal.

Nota média
de sites de crítica

Atmosfera hipnótica, riffs minimalistas e vocais contrastantes fazem deste álbum um marco na transição do death-doom para o gothic metal.

Riffs avassaladores e atmosferas sombrias em uma crítica aberta à religiosidade institucional, reafirmando a brutalidade e a originalidade que definem o Behemoth.

Show que consolida o Mayhem técnico e dissonante dos anos 90, afastando-se do caos primitivo sem perder hostilidade.

Morten Harket declama poesia norueguesa sobre Cristo em meio a arranjos minimalistas e cânticos sacros. Um Peter Gabriel escandinavo.

Uma Cyndi Lauper mais séria e introspectiva, mas sem o brilho pop, o que acaba se diluindo em um som desconexo e um pouco forçado.

Pop refinado e ensolarado, com letras poéticas e arranjos elegantes — o álbum que refomula Sting solo com leveza e storytelling afiado.