Billy Idol - Cyberpunk

Cyberpunk

5º álbum de estúdio​

Era

90s sem Steve Stevens (1990-1993)

5.0

Nota média
de sites de crítica

O Salto (Torto) de Billy para o Futuro

Com Cyberpunk, Billy Idol decidiu dar um mortal carpado para o futuro… mas tropeçou no meio do salto.

Lançado em 1993, o álbum é a tentativa ousada (e meio caótica) de abraçar a estética high-tech, misturando rock industrial, samples eletrônicos e temas cyberpunk — anos antes da moda explodir. Idol tentou ser pioneiro na era digital, mas acabou soando mais como um punk tentando programar um disquete no escuro. Se você curte a vibe do Pretty Hate Machine do Nine Inch Nails misturada com um pouco de David Bowie em Outside, vai encontrar aqui um experimento curioso — nem sempre brilhante, mas definitivamente corajoso.

Destaques

4. Shock To The System
6. Adam In Chains
8. Power Junkie

Menos ouvidas

20. Outro
14. Concrete Kingdom

Fatos interessantes

• Cyberpunk foi lançado em 29 de junho de 1993 e é o quinto álbum de estúdio solo de Billy Idol.
• Foi um projeto conceitual inspirado pela cultura cyberpunk, obras como Neuromancer de William Gibson e filmes como Blade Runner.
• Billy adotou técnicas inovadoras para a época, como usar a internet para promover o álbum e incluir um disquete multimídia no lançamento.
• O álbum recebeu críticas muito divididas: elogiado por sua visão futurista, mas criticado pela execução e excesso de pretensão.
• A faixa “Shock to the System” foi o principal single e ganhou um videoclipe distópico e visualmente carregado.
• Billy mudou radicalmente o visual para o álbum, aparecendo com cabelo colorido e look tecnológico.
• Apesar da ousadia, Cyberpunk foi um fracasso comercial, marcando o início de uma fase difícil na carreira de Idol.
• O disco foi quase todo co-produzido e gravado com tecnologia digital caseira, o que era incomum para a época.
• A proposta de Idol era criar uma “obra de arte multimídia”, misturando música, arte digital e narrativa futurista.
• Hoje, Cyberpunk é lembrado como um experimento visionário que chegou cedo demais — ou talvez torto demais — para o seu tempo.

Produção

Robin Hancock

Mudança de line

Banda totalmente nova

Formação

Billy Idol – vocais, teclados, programação, swarm camcorder, arranjos
Mark Younger-Smith – teclados, programação, guitarras, sitares, arranjos
Robin Hancock – teclados, programação, arranjos

Músicos adicionais:
Jamie Muhoberac – teclados, órgão
Doug Wimbish – baixo
Larry Seymour – baixo (faixa 10)
Tal Bergman – bateria
David Weiss – serrote musical (faixa 7)
Robert Farago – narração (faixa 6)
Muhammad Ali – trechos em áudio (entre as faixas 7 e 8)
London Jo Henwood – voz sexy (faixa 6)
The Shartse Monks – trechos em áudio (faixa 13)
Durga McBroom – vocais de apoio (faixa 17)
Carnie Wilson – vocais de apoio (faixa 17)
Wendy Wilson – vocais de apoio (faixa 17)

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