The Gems - Year Of The Snake

Year Of The Snake

2º álbum de estúdio​

Era

-

Nota média
de sites de crítica

Hard rock com veneno pop

Year Of The Snake soa como um Camaro cromado atravessando 1987 com GPS de 2026: riffs gordos, refrões feitos para festival e uma produção polida sem virar plástico. O trio pisa menos no rock’n’roll bruto do disco anterior e abraça mais melodia, mais brilho e mais gancho, com ecos de Van Halen, Europe e aquele hard rock de FM que sorri antes de te atropelar.

O começo é especialmente forte, empilhando pancadas como “Year Of The Snake”, “Gravity” e “Diamond In The Rough” com uma naturalidade quase insolente. Depois o álbum perde um pouco da constância, mas nunca despenca; mesmo quando afrouxa, ainda entrega carisma, músculo e vocais que seguram o volante com firmeza.

É menos garagem suada, mais arena iluminada — e funciona.

Destaques

2 – Year Of The Snake
5 – Live And Let Go
7 – Hot Bait

Menos ouvidas

14 – Happy Water
3 – Gravity (feat. Tommy Johansson)

Fatos interessantes

• É o segundo álbum de estúdio do The Gems e chegou pouco mais de dois anos após o debut Phoenix.

• O disco foi lançado pela Napalm Records em 13 de março de 2026.

• A banda o descreveu como um álbum sobre superar dificuldades, trocar de pele e seguir em frente.

• As músicas foram pensadas com clima de show e festival, mirando reação imediata do público ao vivo.

• “Gravity” traz participação de Tommy Johansson, ex-Sabaton e líder do Majestica.

• A sonoridade foi divulgada pelo próprio grupo como inspirada por Van Halen e Europe, mas com produção moderna.

• Mona Lindgren conciliou a criação do álbum com a maternidade, algo destacado em resenhas do período.

• A primeira metade do disco foi a mais elogiada por várias críticas, especialmente pela sequência inicial de faixas.

• “Hot Bait” foi apresentada como uma faixa blues rock bem humorada, com clima ZZ Top e letra brincando com desejo e comida.

• Após o lançamento, a banda anunciou a turnê europeia Slithering Through Europe para a primavera de 2026.

Produção

Johan Randén

Mudança de line

A diferença prática está só no entorno ao vivo e no uso pontual de convidado em estúdio, com Tommy Johansson aparecendo em “Gravity”; artisticamente, o trio continua refinando a identidade que nasceu após a saída coletiva do Thundermother em 2023.

Formação

Guernica Mancini – voz
Mona “Demona” Lindgren – guitarra, baixo
Emlee Johansson – bateria

Músicos adicionais
Tommy Johansson – voz em “Gravity”

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